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A que você está conectado(a)?



  • Texto publicado em meu antigo Blog em 21/04/2019

A tecnologia está presente em quase todos os momentos das nossas vidas.

Isso não é necessariamente ruim, mas é preciso cuidado para não viver mais a realidade virtual do que a real.

A tecnologia trouxe consigo a oportunidade de mantermos contato com pessoas que estão a quilômetros de distância, mas ao mesmo tempo afastou quem está ao nosso lado.

É comum ver pessoas reunidas que deixam de conversar com a pessoa ao lado para ficarem conectados ao celular.

Quantas crianças carecem de atenção de seus pais e em troca recebem celulares, tablets e vídeo games para suprir essa falta.


Cada dia mais conectados as redes,

cada dia mais conectados ao virtual,

cada dia mais afastados das pessoas,

cada dia mais afastados do real!


O toque, o olhar nos olhos, o abraço, o entender o que a pessoa tem sem ela ter de falar nada, a troca de carinho, o prazer da companhia, não podem ser trocados por aparelhos eletrônicos.

Existem casos de pessoas que estão distantes de seus familiares e precisam recorrer aos recursos tecnológicos, não são estes que preocupam. E sim, aqueles que estão próximos, ao lado e não se comunicam mais, não se percebem mais!


Pode parecer bobagem, mas muitos estão adoecendo por falta de relações saudáveis. É comum ter 200, 300 amigos nas redes sociais e não ter ninguém com quem contar nos momentos difíceis.


A vida virtual não pode passar por cima da vida real!


Priorize conversar com seus entes queridos, priorize o toque real ao invés de emoticons de abraços e beijos. Separe momentos em rua rotina para conviver com seus amigos e familiares e quando estiver em um momento assim, deixe o celular de lado e viva o momento!

Pais ensinem aos seus filhos a importância das relações e das conversas reais, dê exemplo a eles e mostrem que vocês gostam de passar um tempo os ouvindo e brincando com eles. Mostrem que um celular não substitui uma pessoa. Ensinem a eles que uma boa conversa vale muito mais que avançar os níveis de um jogo virtual.


Conheça seus filhos, seu marido, sua esposa, sua mãe, seu pai, sua avó, seu avô, sua prima, seu primo, seus amigos... não faça perguntas automáticas como: “oi, td bem?”. Realmente queira saber como eles estão, o que eles estão passando, o que eles estão sentindo, o que eles precisam... dedique tempo para se aproximar de quem é importante para você!


Uma boa dica é propor desafios: ao invés de enviar uma mensagem para uma pessoa querida, vá visitar essa pessoa. Troque a televisão por uma boa conversa com seus familiares. Durante as refeições em família, desliguem os aparelhos eletrônicos. Quando estiver em um lugar especial, não se preocupe tanto em fotografar e postar e, sim, em viver o momento com intensidade.


É necessário ter momentos de escape de tanta tecnologia! A tecnologia não é a vilã, basta sabermos usá-la. É necessário equilíbrio para fazer bom uso desse recurso tão presente em nossas vidas!


E você, está conectado a que? Ao mundo virtual ou ao mundo real?


Psicóloga Aline Sartori

Facebook/Instagram: @psi.alinesartori

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